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Compreenda o que é necessário para se ter um seguro para carros antigos mais de 20 anos. Você vai se surpreender!

Seguro para carros antigos com mais de 20 anos ainda é um assunto cercado de dúvidas — e não é difícil entender o porquê. Será que ainda é possível proteger veículos tão antigos? Quais seguradoras aceitam? O custo vale a pena?

Se você já procurou informações sobre isso e se deparou com respostas vagas ou contraditórias, saiba que não está sozinho. Estima-se que mais de 3 milhões de veículos com mais de 20 anos continuam ativos no Brasil, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) — e muitos desses proprietários ainda não sabem que existem sim opções reais de proteção para seus carros.

Neste guia direto e confiável, você vai entender como funciona o seguro para veículos antigos, quais seguradoras realmente oferecem essa cobertura, e por que a idade do carro não precisa ser um impeditivo.

Você também tem um carro antigo e quer mantê-lo seguro sem pagar mais por isso? Então continue lendo — você vai encontrar as respostas que precisa, de forma clara, honesta e baseada em fatos.

O que é considerado um carro antigo para fins de seguro?

Um carro antigo, no contexto de seguros, costuma ser aquele com mais de 20 anos de fabricação. Porém, essa definição pode variar conforme a finalidade.

Para fins legais e tributários, a maioria das seguradoras considera veículos com mais de 10 a 15 anos como “fora do perfil padrão” — o que já começa a gerar restrições.

No entanto, quando falamos de carros históricos ou de coleção, o critério é mais técnico. De acordo com a Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), um automóvel só pode receber a placa preta (indicativo de veículo de coleção) se tiver pelo menos 30 anos de fabricação e mantiver características originais em pelo menos 80% dos itens.

Já a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), órgão regulador do setor no Brasil, não estabelece uma idade fixa para recusar ou aceitar veículos, deixando essa decisão a critério das seguradoras.

Isso significa que uma empresa pode aceitar um carro de 25 anos enquanto outra pode negar cobertura para um com 18 anos, por política interna de risco.

Em resumo:

  • Carro antigo para colecionador: 30 anos ou mais
  • Carro antigo para seguradoras: geralmente acima de 10 a 15 anos
  • Carros com mais de 20 anos já enfrentam limitações em seguradoras tradicionais
Chevrolet Corsa na cor prata. Falando sobre seguro para carros antigos mais de 20 anos.

Existe seguro para carros antigos mais de 20 anos no Brasil?

Sim, existe seguro para carros antigos mais de 20 anos no Brasil, embora nem todas as seguradoras estejam dispostas a oferecer esse serviço. A maioria das empresas tradicionais impõe restrições ou recusa diretamente veículos com idade elevada, especialmente aqueles fora da Tabela FIPE ou com maior risco de sinistro.

Por outro lado, seguradoras especializadas, como a Suhai Seguradora, oferecem seguro para veículos com qualquer ano de fabricação, inclusive para modelos com mais de 30, 40 ou até 50 anos de uso.

Segundo dados do Denatran, mais de 3 milhões de veículos com mais de 20 anos seguem ativos nas ruas brasileiras. Isso mostra que há um público real e crescente buscando proteção para esse tipo de automóvel — especialmente em regiões com maior circulação de modelos populares antigos, como Gol, Uno, Fusca, Santana e Opala.

Mesmo com idade elevada, esses veículos ainda podem ser protegidos contra:

Você também tem um carro com mais de 20 anos e não quer deixá-lo sem proteção?
Sim, é possível contratar um seguro. A chave está em saber quais seguradoras aceitam e como funciona o processo — o que você vai ver nos próximos tópicos.

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Quais seguradoras oferecem seguro para carros antigos com mais de 20 anos

Seguro para carros antigos com mais de 20 anos ainda não é amplamente oferecido no Brasil. Essa limitação é uma das maiores dificuldades enfrentadas por quem possui um veículo mais antigo e deseja protegê-lo.

Seguradoras tradicionais como Porto Seguro, Azul e Tokio Marine costumam estabelecer um limite de aceitação entre 10 e 20 anos. Esse critério varia de acordo com o modelo do carro, seu valor de mercado e o nível de risco envolvido.

A tabela abaixo resume as principais políticas de aceitação:

SeguradoraAceita veículos com mais de 20 anosObservações
SuhaiSimNão impõe limite de idade. Aceita carros de coleção.
YouseParcialAceita até 25 anos, dependendo do modelo e perfil.
Porto SeguroNãoRecusa a maioria dos veículos com mais de 15 anos.
Azul SegurosNãoTrabalha com modelos mais recentes, até 15 anos.
Tokio MarineParcialAvaliação individual. Pode aceitar até 20 anos.

Conclusão: no cenário atual, a Suhai é a seguradora mais receptiva a veículos com mais de 20 anos.

Outras seguradoras, como a Youse, podem atender em casos específicos, mas com restrições. As demais costumam rejeitar esse perfil de veículo com base em critérios de risco e manutenção.

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Como funciona o seguro para veículos com mais de 20 anos

O funcionamento do seguro para veículos com mais de 20 anos é similar ao de carros mais novos, mas algumas particularidades precisam ser consideradas. O processo segue uma lógica simples, porém adaptada à realidade desses automóveis.

Etapas principais:

  1. Cotação com dados do veículo e do motorista
  2. Vistoria obrigatória, presencial ou digital
  3. Avaliação do perfil e risco do veículo
  4. Emissão da apólice após aprovação e pagamento

As principais coberturas disponíveis incluem:

Em muitos casos, as seguradoras limitam as coberturas aos riscos mais prováveis, como roubo e perda total, especialmente se o veículo não estiver em excelente estado de conservação.

Contratar esse tipo de seguro é possível, mas é essencial compreender os limites de cada cobertura e o que realmente está incluído na apólice. A leitura completa do contrato evita surpresas.

Como é calculado o valor do seguro para carros antigos com mais de 20 anos

Carros com mais de 20 anos muitas vezes não estão mais listados na Tabela FIPE. Quando isso ocorre, a seguradora utiliza um modelo de precificação baseado no chamado valor determinado.

Esse valor é definido a partir da análise dos seguintes fatores:

  • Pesquisa de mercado em sites de venda e revenda
  • Estado de conservação do veículo
  • Perfil do motorista e local de circulação
  • Depreciação esperada durante a vigência do contrato

Com base nessas informações, a seguradora estabelece um valor fixo para indenização, que fica registrado na apólice. Esse será o montante pago em caso de perda total ou roubo do veículo.

Exemplos de valores para diferentes perfis:

ModeloAnoPerfil (homem, 45 anos, SP)SeguradoraCoberturaValor do seguro anual
VW Gol2002Simples, uso urbanoSuhaiRoubo e furto + assistênciaR$ 1.350
Chevrolet Corsa2000Mulher, 52 anos, interiorYouseRoubo e furtoR$ 1.100
Ford Escort1997Homem, 60 anos, capitalSuhaiRoubo, furto e terceirosR$ 1.500
Opala (placa preta)1979Colecionador, uso esporádicoSuhaiPerda totalR$ 1.900

Os valores apresentados são estimativas baseadas em simulações reais realizadas nos últimos tempos. Eles variam conforme as condições do veículo, perfil do motorista e localização.

Veículos com rastreador ativo costumam receber descontos adicionais no seguro, pois representam menor risco para as seguradoras.

Seguro para carros antigos: qual a diferença entre modelo comum e de coleção

Nem todo carro antigo é considerado um carro de coleção. A diferença está em critérios técnicos e na forma como o veículo é mantido. Essa distinção influencia diretamente na aceitação pelas seguradoras e no valor do seguro.

Carros comuns com mais de 20 anos são veículos de uso diário ou regular, com histórico de manutenção variado. Já os veículos de coleção são preservados com alto nível de originalidade e, muitas vezes, utilizados apenas em ocasiões específicas.

A principal referência para identificar um carro de coleção é a placa preta. Essa placa é concedida a veículos com pelo menos 30 anos de fabricação e que mantêm ao menos 80% de suas características originais. A certificação é emitida por clubes filiados à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

Impactos no seguro:

  • Carros com placa preta podem receber cobertura com valor de mercado valorizado, especialmente se a seguradora reconhecer a originalidade.
  • Carros de uso comum com mais de 20 anos tendem a ter valores de indenização mais baixos, com base na depreciação e risco de uso diário.
  • A maioria das seguradoras não aceita veículos de coleção, com exceção de empresas como a Suhai, que trabalham com esse público.

O certificado de originalidade, nesse caso, funciona como um diferencial que comprova a autenticidade do veículo e ajuda na negociação de valores mais justos na apólice.

Seguro tradicional x seguro especializado: qual a melhor escolha para carros antigos

Seguros tradicionais operam com critérios rígidos de aceitação. Muitas vezes recusam veículos com mais de 15 ou 20 anos de fabricação, especialmente quando o modelo está fora da Tabela FIPE.

Seguradoras especializadas, por outro lado, ajustam suas apólices a perfis mais variados. Elas aceitam veículos com mais de 20, 30 ou até 50 anos, oferecendo coberturas adaptadas ao uso e ao estado de conservação.

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Comparativo direto:

Tipo de SeguroLimite de idadeCobertura padrãoRisco de recusaValor personalizadoIdeal para
TradicionalAté 15 ou 20 anosAmpla (se aceito)AltoCom base na FIPEVeículos recentes
Especializado (Suhai)Sem limiteRoubo, furto, assistênciaBaixoPor valor acordadoCarros antigos, coleção

A melhor escolha depende do perfil do veículo e da aceitação da seguradora. Carros com mais de 20 anos raramente são aceitos por seguros tradicionais. Nesse caso, o seguro especializado é a única alternativa viável.

Quais coberturas valem a pena para um carro com mais de 20 anos

Nem toda cobertura disponível no mercado é indicada para um carro com mais de 20 anos. A escolha ideal depende de como o veículo é usado.

Coberturas recomendadas conforme o perfil de uso:

Uso diário:

  • Roubo e furto
  • Assistência 24h (pane mecânica, guincho, chaveiro)
  • Perda total

Uso esporádico (fim de semana ou hobby):

  • Roubo e furto
  • Cobertura contra terceiros
  • Perda total, se o valor de mercado justificar

Carro de coleção (placa preta):

  • Perda total
  • Proteção com valor acordado e certificado de originalidade
  • Cobertura opcional para transporte ou exposição

Em veículos antigos, a cobertura contra roubo e furto é considerada essencial, principalmente nas grandes cidades. A assistência 24 horas também é recomendada, já que a chance de falha mecânica aumenta com a idade do veículo.

A cobertura de terceiros, embora opcional, pode ser importante se o veículo circular em vias públicas, mesmo que de forma esporádica.

As seguradoras especializadas oferecem pacotes enxutos que se ajustam ao perfil do condutor e ao uso real do carro. Isso permite proteger o patrimônio com custo mais acessível.

Seguro com rastreador é mais vantajoso para carros antigos

Sim, o uso de rastreador em carros antigos pode ser decisivo na hora de contratar o seguro. O dispositivo ajuda a reduzir o risco de roubo ou facilita a recuperação do veículo, o que diminui o custo da apólice.

Rastreadores transmitem a localização do carro em tempo real. Com isso, as seguradoras assumem menos risco ao aceitar proteger veículos com mais de 20 anos, que geralmente são mais visados por criminosos.

Além de aumentar a segurança, o uso de rastreador pode gerar desconto de até 20% no valor final do seguro, dependendo da seguradora.

Em seguradoras como a Suhai, o rastreador já vem incluído no plano. Isso melhora a aceitação para veículos antigos e facilita a cotação, mesmo para carros fora da Tabela FIPE ou com peças difíceis de encontrar.

O investimento no rastreador, quando não fornecido pela seguradora, costuma ser recuperado rapidamente por meio da economia gerada no valor do seguro.

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Documentos e condições para contratar seguro de carro com mais de 20 anos

Contratar um seguro para carro com mais de 20 anos é possível, mas exige atenção a detalhes. Algumas exigências variam de acordo com o modelo do veículo e com a seguradora escolhida.

Confira o passo a passo atualizado:

  1. Informe os dados do carro: ano, marca, modelo, estado e uso (diário ou eventual).
  2. Apresente o perfil do motorista principal.
  3. Envie os documentos exigidos:
    • Documento do veículo (CRLV)
    • CNH válida do condutor
    • Comprovante de residência
    • Certificado de originalidade (se for placa preta)
    • Laudo de modificação (se o veículo for alterado ou rebaixado)
  4. Realize a vistoria prévia (presencial, por aplicativo ou envio de fotos).
  5. Aguarde a análise técnica e aceite da proposta.

Em veículos antigos ou modificados, é importante informar todas as alterações feitas. Isso evita negativas no momento de sinistros e mantém a cobertura ativa de forma legal.

Importados com mais de 20 anos também podem ser segurados, desde que apresentem documentação regularizada no Brasil.

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Vale a pena fazer seguro para carro antigo atualmente

Sim, fazer seguro para carro antigo é uma decisão que traz vantagens práticas e financeiras. Apesar do valor do carro ser menor, o custo de reposição e reparo pode ser elevado, além do risco de roubo.

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, carros com mais de 15 anos estão entre os mais roubados no estado, devido à demanda por peças no mercado paralelo. Isso aumenta o risco para veículos antigos, mesmo os de menor valor de mercado.

Outro fator relevante é o custo-benefício. Em seguradoras especializadas, o seguro de um carro com mais de 20 anos custa, em média, entre R$ 900 e R$ 1.500 por ano, com cobertura contra roubo, furto e assistência.

Além disso, o valor afetivo e histórico de modelos antigos não pode ser ignorado. Muitos carros antigos têm valor superior ao que o mercado sugere, especialmente quando bem conservados ou modificados.

Em termos práticos:

  • Protege o investimento em um carro de valor afetivo ou de coleção
  • Oferece assistência em caso de pane ou falha mecânica
  • Garante tranquilidade em locais com alto índice de furtos

O seguro evita prejuízos em situações onde a perda do veículo representa impacto direto na vida do proprietário.

Conclusão: todo carro merece proteção, mesmo com mais de 20 anos

Se você tem um carro com mais de 20 anos e acredita que ele não pode ser segurado, saiba que essa ideia já não corresponde à realidade do mercado.

Hoje, seguradoras especializadas como a Suhai oferecem soluções viáveis, acessíveis e eficazes para proteger veículos mais antigos, inclusive modelos de coleção ou uso diário. O rastreador, a análise individual e o valor acordado são recursos que tornam esse seguro possível.

Não espere perder seu patrimônio para buscar proteção. Um seguro bem estruturado pode custar menos do que você imagina e faz toda a diferença em momentos de imprevisto.

A Smartia Seguros oferece um cotador de seguros veiculares online, rápido e confiável. Em poucos minutos, você consegue verificar quais seguradoras aceitam o seu modelo, comparar preços e contratar o plano mais adequado para o seu perfil.

Garanta a proteção do seu carro antigo com quem entende do assunto!

Perguntas frequentes (FAQs)

Tem seguro para carro do ano 2000?

Sim. Algumas seguradoras especializadas, como a Suhai, oferecem seguro para carros fabricados em 2000 ou antes, mesmo fora da Tabela FIPE.

Posso segurar um Opala com placa preta?

Sim. Veículos com placa preta e certificado de originalidade podem ter seguro por valor acordado, especialmente em seguradoras que aceitam carros de coleção.

É possível fazer seguro para carro restaurado?

Sim. Carros restaurados podem ser segurados, desde que tenham documentação regularizada e, em alguns casos, laudo de modificação aprovado pelo Detran.

Preciso ter rastreador para fazer seguro de carro antigo?

Não é obrigatório, mas o uso de rastreador ajuda na aceitação do seguro e pode reduzir o valor da apólice em até 20%.

Seguro para carro antigo cobre pane mecânica?

Depende do plano contratado. Algumas seguradoras oferecem assistência 24h, incluindo socorro por pane mecânica, elétrica e guincho.

Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878

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