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Navegue pelas melhores opções de seguradora para carros antigos e veja qual seguro do tipo é o mais indicado para o seu caso.
O tema “seguradora para carros antigos” ainda é cercado por dúvidas — você já tentou proteger um veículo clássico e ouviu um “não” de várias empresas? Essa situação é mais comum do que parece.
Segundo levantamento da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), mais de 2,5 milhões de veículos com mais de 20 anos seguem circulando no Brasil, e grande parte deles não possui nenhum tipo de seguro. O motivo? A maioria das seguradoras tradicionais impõe limites severos de idade, uso e condição do veículo.
Mas será que é mesmo impossível contratar um bom seguro para carros antigos?
Se você tem um carro de coleção, um modelo com placa preta, ou apenas um veículo que já passou dos 20 anos, este artigo foi feito para você.
Ao longo do conteúdo que segue abaixo, você vai entender quais seguradoras realmente aceitam veículos fora do padrão, quais tipos de cobertura fazem sentido, e como evitar as armadilhas mais comuns no processo de contratação.
Não perca esta oportunidade de proteger seu patrimônio com clareza, confiança e informação precisa.
Índice do Conteúdo
- O que é uma seguradora para carros antigos e por que nem todas aceitam
- As melhores seguradoras para carros antigos da atualidade
- Existe seguradora para carros antigos modificados ou de coleção
- Quais tipos de veículos se enquadram como carros antigos para as seguradoras
- Principais dificuldades em contratar seguro para carros antigos
- Como funciona o seguro oferecido por seguradora para carros antigos
- Tipos de cobertura disponíveis para carros antigos
- Quais critérios influenciam no preço de seguros para carros antigos
- Seguro para carro antigo vale a pena? Veja prós e contras
- Conclusão: clássicos também precisam de proteção
O que é uma seguradora para carros antigos e por que nem todas aceitam
Seguradora para carros antigos é aquela que oferece cobertura para veículos com mais de 10, 15 ou até 30 anos de fabricação. Diferente das seguradoras tradicionais, que impõem limites rígidos de aceitação, essas empresas avaliam o risco de forma individual, considerando fatores como estado de conservação, valor de mercado e tipo de uso.
Você já tentou contratar um seguro para um carro com mais de 20 anos e recebeu uma recusa imediata? Isso acontece porque muitas seguradoras seguem um padrão de aceitação limitado.
Em geral, veículos com mais de 10 anos deixam de ser elegíveis para seguros completos. A MAPFRE, por exemplo, declara em seu próprio site que veículos acima de 15 anos são aceitos apenas em casos especiais e com restrições específicas.
Segundo dados da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), o Brasil possui mais de 2,5 milhões de veículos antigos em circulação que não contam com nenhum tipo de proteção. Isso cria um problema real: muitos motoristas rodam diariamente com veículos valiosos e vulneráveis, totalmente desprotegidos.
O desafio está no perfil desses veículos. Carros antigos costumam ter:
- Peças mais difíceis de encontrar
- Valor de mercado instável ou inexistente na Tabela FIPE
- Risco de falha mecânica mais alto
- Histórico de modificação ou restauração
Esses fatores aumentam o custo e a incerteza para as seguradoras convencionais. É por isso que nem todas estão dispostas a aceitar esse tipo de veículo.
Encontrar uma seguradora que realmente aceite carros antigos exige atenção, análise e conhecimento sobre como funciona esse segmento específico do mercado de seguros.

As melhores seguradoras para carros antigos da atualidade
Encontrar uma seguradora para carros antigos exige mais do que preencher um formulário online. É necessário entender quais seguradoras realmente aceitam veículos fora do padrão e como cada uma trata esse tipo de cliente.
Abaixo, listamos algumas opções disponíveis na atualidade, com base em políticas de aceitação, diferenciais e reputação. Confira!
Suhai Seguradora
A Suhai é referência em aceitação de carros antigos. Ela oferece seguro para veículos de qualquer ano, inclusive:
- Carros com mais de 20, 30 ou 40 anos
- Carros de coleção
- Veículos com placa preta
- Modelos modificados ou restaurados
Cobertura oferecida:
- Roubo e furto
- Perda total
- Assistência 24 horas
- Responsabilidade civil facultativa (opcional)
Pontos fortes:
- Aceitação ampla, sem limite de idade do carro
- Utiliza valor determinado, mesmo sem FIPE
- Sem franquia
- Contratação digital e rápida
- Preço até 60 por cento mais baixo que seguros tradicionais
Ponto de atenção:
- Não oferece cobertura para danos parciais em colisões menores
- Não indicada para quem busca cobertura total com acessórios
Reputação:
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No Reclame Aqui, a Suhai tem nota 8.3 neste momento, com 97,8% das reclamações respondidas e mais de 90 por cento de índice de solução. Os elogios destacam o custo-benefício e a agilidade na contratação.
MAPFRE Seguros
A MAPFRE é uma das maiores seguradoras do país. No entanto, não possui uma política clara e aberta para aceitação de veículos com mais de 15 anos.
Pontos fortes:
- Marca consolidada e de confiança
- Oferece seguro popular com uso de peças recondicionadas
- Ampla rede de oficinas credenciadas
Ponto de atenção:
- Processo de aceitação restritivo
- Carros com mais de 15 anos são aceitos apenas em situações específicas
- Baixa flexibilidade para carros modificados ou de coleção
Reputação:
A nota da MAPFRE no Reclame Aqui é 6,2. Há reclamações recorrentes sobre negativa de cobertura e dificuldades para segurados com veículos mais antigos.
Outras seguradoras que podem aceitar com restrições
Aceita veículos com mais de 15 anos em situações específicas, especialmente quando o cliente já tem histórico com a empresa. É mais exigente em relação a modificações e exige vistoria prévia.
Possui apólices que, em algumas regiões, aceitam carros com até 20 anos. Avaliações técnicas são feitas caso a caso.
Plataforma digital da Caixa Seguradora. Oferece seguros com personalização online, mas costuma restringir a aceitação de carros antigos, especialmente os que não estão na FIPE.
Existe seguradora para carros antigos modificados ou de coleção
Essa é uma dúvida comum para quem tem um carro antigo com alguma modificação ou um modelo de coleção. Afinal, posso contratar seguro mesmo sem a placa preta ou com alterações no veículo?
A resposta é sim, mas com ressalvas. A maioria das seguradoras tradicionais tem regras rígidas. Modificações como escapamento esportivo, rodas não originais ou mudanças no motor podem ser motivos de recusa imediata.
Além disso, veículos restaurados, mesmo que originais, muitas vezes não possuem registro em bases padrão como a Tabela FIPE, o que dificulta a precificação da apólice.
Por outro lado, seguradoras como a Suhai adotam critérios mais flexíveis. A empresa aceita:
- Carros antigos modificados
- Veículos de coleção sem placa preta
- Modelos restaurados com ou sem laudo de originalidade
O que conta para aceitação é o histórico do condutor, o tipo de uso e a documentação básica do carro. Embora não seja obrigatório, possuir o Certificado de Originalidade emitido por clubes credenciados ao DENATRAN pode ajudar. Esse documento comprova que o veículo tem mais de 30 anos e mantém itens originais de fábrica, o que pode valorizar o seguro em caso de roubo ou perda total.
Se o seu carro é único, restaurado ou alterado, a dica é simples: escolha seguradoras que oferecem análise individualizada. Evite aquelas que usam apenas a Tabela FIPE como referência, pois isso pode excluir seu veículo da cotação automática.
A Suhai, por exemplo, utiliza o método de valor determinado. Isso significa que, mesmo sem um valor oficial no mercado, o cliente e a seguradora acordam previamente quanto será pago em caso de sinistro. É uma solução prática para quem tem um carro que foge dos padrões do mercado.
Leia também:
Quais tipos de veículos se enquadram como carros antigos para as seguradoras
O termo “carro antigo” pode variar conforme o contexto. Para as seguradoras, a classificação leva em conta a idade, o estado do veículo e sua finalidade de uso. Veja as principais categorias:
1. Carros antigos (acima de 10 anos)
São veículos ainda usados no dia a dia, geralmente fora da garantia de fábrica. Muitas seguradoras limitam a aceitação a carros com até 10 ou 15 anos. Acima disso, o seguro se torna mais restrito.
2. Carros com mais de 20 anos
Considerados como veículos “fora de linha” pela maioria das seguradoras. Costumam ter dificuldade de aceitação por conta da escassez de peças, menor valor de mercado e ausência na Tabela FIPE.
3. Carros de coleção
São veículos que, apesar da idade, têm valor histórico ou afetivo. Geralmente são usados apenas para exposições, encontros ou lazer. Podem ou não ter a placa preta. A Suhai aceita esse tipo de veículo mesmo sem o certificado oficial de originalidade.
4. Veículos com placa preta
Segundo o DENATRAN, o Brasil possui cerca de 18 mil veículos com placa preta ativos até 2024. Essa placa é emitida apenas para veículos com mais de 30 anos e originalidade comprovada em mais de 80 por cento dos componentes. É um indicativo de preservação e pode valorizar o seguro.
5. Veículos modificados ou restaurados
Mesmo que o carro não tenha a placa preta, pode ser aceito por seguradoras que analisam o perfil completo. Alterações estéticas, mecânicas ou estruturais precisam estar registradas no documento do veículo. A vistoria técnica também pode ser exigida.
Dica prática: ao buscar uma seguradora para carros antigos, sempre informe o ano, as modificações e o uso principal do carro. Assim, a análise será mais precisa e você evita recusas desnecessárias.
Principais dificuldades em contratar seguro para carros antigos
Contratar um seguro para carros antigos ainda é um desafio para muitos proprietários. Isso acontece porque a maioria das seguradoras tradicionais aplica critérios que não se ajustam à realidade desses veículos. Veja os principais fatores que dificultam a aceitação:
Falta de peças no mercado
Carros antigos nem sempre contam com peças originais à venda. Isso aumenta o custo da manutenção e dificulta a reparação em caso de sinistro. Como o reparo pode demorar ou se tornar mais caro, muitas seguradoras optam por não aceitar esse risco.
Valor de mercado indefinido
Veículos com mais de 20 ou 30 anos muitas vezes não estão listados na Tabela FIPE. Isso dificulta a definição de um valor de indenização padrão, o que torna a operação menos viável para seguradoras que trabalham apenas com esse parâmetro.
Maior risco de falhas mecânicas
Por serem mais antigos, esses carros apresentam desgaste natural de componentes. O risco de quebra aumenta, principalmente em veículos usados com frequência, o que gera custos adicionais para a seguradora.
Custo de reposição elevado
Mesmo quando a seguradora aceita o seguro, os valores de peças e mão de obra podem elevar o custo da apólice. Veículos importados ou raros podem exigir peças sob encomenda, o que encarece o processo.
Como funciona o seguro oferecido por seguradora para carros antigos
O seguro para carros antigos funciona de forma semelhante ao seguro convencional, com algumas diferenças no processo de avaliação e definição de valores. Veja como acontece cada etapa:
1. Cotação
O primeiro passo é informar os dados do veículo e do condutor. Como o carro é antigo, pode ser necessário enviar fotos ou laudo de vistoria.
A cotação pode ser feita diretamente pelo nosso comparador de seguros exclusivo. Clique aqui e aproveite!
2. Avaliação de risco
A seguradora analisa o perfil do veículo: idade, estado de conservação, uso (lazer, diário, exposição), histórico de modificação e localização. Se o carro estiver fora da FIPE, o processo segue para definição de valor determinado.
3. Definição da cobertura
O cliente escolhe os tipos de cobertura disponíveis:
- Roubo e furto
- Perda total
- Responsabilidade civil (danos a terceiros)
- Assistência 24 horas
4. Emissão da apólice
Após aprovação, o contrato é emitido com base no valor acordado entre as partes. O pagamento pode ser feito à vista ou em parcelas, dependendo da política da seguradora.
Como funciona o valor determinado no seguro para carros antigos
Quando o carro não possui valor na Tabela FIPE, a seguradora utiliza o valor determinado. Nesse modelo, o cliente e a seguradora acordam um valor fixo de indenização em caso de perda total ou roubo.
Imagine que você possui um carro antigo restaurado, sem cotação na FIPE. Após análise e vistoria, a seguradora define junto com você o valor de R$ 38.000 para indenização em caso de perda total. Esse valor será registrado na apólice e será pago em caso de sinistro, sem depender de flutuações de mercado.
Esse modelo é útil para veículos únicos, de coleção ou modificados, que não possuem referência de preço oficial. É uma forma segura e prática de garantir proteção sem depender da avaliação de terceiros após o sinistro.
Como contratar um seguro para carros antigos
Contratar esse tipo de seguro pode ser simples, desde que você siga alguns passos específicos. Veja como fazer:
- Acesse o nosso cotador de seguros, que já indicamos acima, e preencha os dados do veículo, incluindo ano, marca, modelo e uso.
- Envie as informações do condutor, como CPF, idade e histórico de direção.
- Caso necessário, envie fotos do carro ou laudo técnico.
- Aguarde o retorno com a análise de risco e simulação do seguro.
- Escolha a cobertura desejada e confirme a contratação.
- Pronto. A apólice será emitida com o valor acordado, e o seu veículo estará protegido.
Dica: mantenha o documento do veículo atualizado e informe se houver modificações. Isso evita recusa futura na análise ou no pagamento da indenização.
Tipos de cobertura disponíveis para carros antigos
Ao contratar um seguro para carros antigos, o proprietário deve conhecer bem os tipos de cobertura disponíveis. Como esses veículos não seguem o padrão de mercado, o ideal é escolher proteções que realmente façam sentido para o uso e o valor do carro.
Veja a seguir as principais opções oferecidas por seguradoras especializadas, como a Suhai:
Roubo e furto
É a cobertura mais comum para carros antigos. Garante indenização em caso de roubo ou furto qualificado do veículo. Geralmente, é a opção mais viável quando o carro tem valor emocional, mas não circula com frequência.
Perda total
Indeniza o cliente quando o veículo sofre danos cuja recuperação ultrapassa 75 por cento do valor determinado na apólice. Essa cobertura pode ser combinada com roubo e furto ou contratada de forma separada.
Responsabilidade civil (danos a terceiros)
Garante cobertura para danos materiais ou corporais causados a terceiros em caso de acidente. É recomendada principalmente para carros que circulam em vias públicas, mesmo que esporadicamente.
Assistência 24 horas
Inclui guincho, socorro mecânico, troca de pneus e suporte em emergências. Para veículos antigos, essa cobertura pode ser decisiva, especialmente em viagens ou eventos.
Exemplo prático
Um Opala 1979, com bom estado de conservação, pode contar com seguro que inclui rastreador, assistência 24 horas e valor de indenização pré-acordado em contrato. Mesmo sem referência na FIPE, a seguradora e o cliente definem o valor justo para pagamento em caso de perda total.
Sobre a exclusão de franquia
Algumas seguradoras, como a Suhai, oferecem planos que não exigem franquia. Isso significa que, em caso de sinistro coberto (roubo, por exemplo), o segurado não precisa pagar nenhum valor adicional para acionar o seguro. Esse modelo reduz a burocracia e agiliza o processo de indenização.
Importante: cobertura contra colisão parcial nem sempre está disponível para carros antigos, especialmente se o seguro for mais enxuto. Avalie se faz sentido incluir esse tipo de cobertura no seu caso.
Quais critérios influenciam no preço de seguros para carros antigos
O valor do seguro para carros antigos pode variar bastante. Ao contrário dos veículos novos, que seguem padrões de preço e reposição, os carros antigos exigem uma avaliação mais personalizada.
Veja os fatores que mais influenciam no cálculo:
- Região onde o veículo circula: Cidades com maior índice de roubo ou baixa oferta de peças impactam diretamente no custo da apólice. Regiões metropolitanas tendem a ter valores mais altos.
- Perfil do condutor: Idade, tempo de habilitação, histórico de sinistros e frequência de uso são critérios comuns de análise. Motoristas com bom histórico costumam pagar menos.
- Tipo de uso: Se o carro for utilizado apenas para eventos, lazer ou exposição, o risco é menor. Veículos usados no dia a dia, mesmo sendo antigos, aumentam o valor do seguro.
- Estado geral do veículo: A conservação do carro é essencial. Um veículo restaurado, com peças revisadas e bom histórico de manutenção, tende a ser mais aceito e ter menor custo.
- Origem das peças: Se o modelo utiliza peças importadas ou difíceis de encontrar, o valor do seguro aumenta. Isso ocorre porque o custo de reposição será maior em caso de sinistro.
Exemplo comparativo
Considere dois veículos com o mesmo valor estimado:
- Um carro popular 2014, com ampla disponibilidade de peças
- Um carro de coleção 1980, restaurado, com uso eventual
O carro de coleção pode ter um seguro até 30 por cento mais barato, caso o uso seja esporádico e a cobertura seja focada apenas em roubo e perda total. Isso se deve ao modelo de seguro enxuto, que cobre o essencial e não inclui reparos parciais.
Esse tipo de abordagem, oferecida por seguradoras como a Suhai, permite que proprietários protejam seus veículos sem pagar por coberturas que não fazem sentido para o perfil do carro.
Dica: Ao cotar seu seguro, informe o uso real do carro e forneça fotos recentes. Isso ajuda a ajustar o preço e aumenta a chance de aceitação com condições justas.

Seguro para carro antigo vale a pena? Veja prós e contras
Muitos proprietários ainda se perguntam se vale mesmo a pena contratar um seguro para carro antigo. A resposta depende do perfil do uso, do valor afetivo e da exposição ao risco. Veja a seguir os principais pontos que ajudam nessa decisão:
- Baixo uso diário: Veículos antigos são, em sua maioria, usados esporadicamente. Isso reduz o risco de acidentes e permite contratar um seguro mais enxuto, com foco em roubo, perda total e assistência.
- Alto risco de roubo por raridade: Modelos raros e de coleção são alvos comuns de furto. A revenda de peças é lucrativa e a reposição é difícil. Ter cobertura contra roubo garante segurança para rodar ou exibir o carro.
- Custo do reparo elevado: Mesmo em casos de danos leves, o reparo de um carro antigo pode ser caro. A falta de peças no mercado, especialmente para modelos importados ou fora de linha, aumenta o valor de manutenção.
- Apego emocional e valor histórico: Muitos desses veículos fazem parte da história da família ou de um projeto pessoal. Proteger esse patrimônio é uma forma de preservar não apenas o valor financeiro, mas também a memória.
Desvantagens possíveis
- Algumas seguradoras recusam carros antigos ou aplicam critérios restritivos.
- O custo pode ser alto em regiões com maior risco ou quando o carro roda todos os dias.
- Nem todas as coberturas estão disponíveis (ex: colisões parciais).
Dica final
Se o seu carro é de uso ocasional, está bem conservado e tem valor para você, o seguro é sim uma proteção inteligente.
Com opções de valor determinado, aceitação ampliada e ausência de franquia, o seguro para carros antigos se tornou acessível.
Conclusão: clássicos também precisam de proteção
Carros antigos carregam histórias, estilo e personalidade. Mesmo com uso limitado, eles estão expostos a riscos como roubo, falhas mecânicas e danos em trânsito. Ter um seguro adequado é a forma mais segura de preservar o seu patrimônio.
Ao longo deste conteúdo, mostramos como encontrar uma seguradora para carros antigos, os tipos de cobertura disponíveis e o que considerar na contratação.
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Carros com mais de 30 anos podem ser segurados?
Sim. Algumas seguradoras, como a Suhai, aceitam carros com mais de 30 anos, inclusive veículos de coleção e modelos com placa preta.
Meu carro não aparece na FIPE. Posso fazer seguro?
Sim. Nestes casos, o seguro é feito por valor determinado, ou seja, a seguradora e o cliente definem juntos o valor de indenização em contrato.
Modifiquei meu carro. Isso impede a contratação?
Depende da seguradora. Algumas aceitam carros modificados mediante análise, desde que as alterações estejam registradas no documento do veículo.
Qual o valor médio do seguro para carro antigo?
O valor varia conforme o perfil do carro e do condutor, mas geralmente é mais acessível. Seguros focados em roubo e perda total costumam custar entre R$600 e R$1.500 por ano.
Seguro para carro de coleção cobre peças originais?
Não em todos os casos. Seguradoras que trabalham com valor determinado cobrem o valor total acordado, mas nem sempre discriminam peças originais ou importadas.
Conteúdo revisado por Walter Tadeu de Oliveira Filho, Corretor de Seguros – Registro SUSEP: 201103878





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