Como funcionam os seguros personalizados?

Os seguros personalizados podem ser exatamente a opção que você procura para economizar com a proteção do seu carro. Saiba o porquê no texto!

Contratar seguros personalizados é bem mais simples do que você imagina. Basta encontrar uma seguradora que ofereça essa opção.

Para atender melhor os consumidores, a maior parte das empresas conta com essa possibilidade. Então, o veículo de cada usuário fica protegido exatamente contra o quê precisa.

Explicamos melhor sobre esse tipo de seguro ao longo do texto. Continue lendo!

Como funcionam os seguros personalizados?

Imagem: Getty Images

Entenda o que são os seguros personalizados

Seguros personalizados são aqueles em que o segurado pode escolher exatamente as coberturas de que precisa. Assim, ele protege seu veículo contra sinistros importantes e também economiza.

A razão é simples. O número de coberturas em um seguro auto afeta diretamente seu custo. Por isso, ao personalizar a proteção, o usuário pode limitar os serviços com os quais vai contar.

Ao contratar um seguro personalizado, o segurado abre mão do seguro padrão daquela seguradora. O seguro padrão tem coberturas predefinidas, que podem não ser interessantes ao seu caso.

Vamos a um exemplo. O seguro da seguradora A tem como cobertura básica, em um seguro padrão, a proteção contra inundação, mas sua cidade não sofre inundações. Logo, esse tipo de cobertura seria desnecessária, concorda?

Se optar por um seguro padrão da empresa, então, você vai pagar por algo que não vai usar.

Agora, se obtiver um seguro personalizado, poderá simplesmente retirar essa cobertura da lista. Não pagará por ele e, consequentemente, vai economizar na contratação do seguro.

Fora essa possibilidade de escolher as proteções que você vai inserir no contrato, um seguro personalizado funciona exatamente como qualquer outro.

Como funciona um seguro auto?

Na hora de contratar um seguro auto, você precisará cotar as proteções. Nessa cotação, a seguradora avalia não apenas as coberturas desejadas, mas também o seu perfil.

São avaliados fatores como a idade do motorista, seu tempo de CNH, tipo de uso do carro, local de estacionamento e mais. Esses são aspectos que indicam o risco de sinistro do carro, ou seja, as chances de ele sofrer uma ocorrência que gere indenização pela seguradora.

Basicamente, quanto menor o risco de sinistro de um carro, mais barato tende a ser o seguro, seja ele personalizado ou não.

Afinal de contas, é interessante para a seguradora não ter que pagar indenização. Se essas chances forem pequenas, melhor será para a empresa.

Os seguros auto podem contar com coberturas diversas, especialmente se forem personalizados pelo usuário. Mas, em geral, as coberturas disponibilizadas pelas seguradoras são as seguintes:

  • Contra roubo/furto;
  • Incêndio;
  • Inundação;
  • Queda de carro;
  • Colisão;
  • Cobertura para vidros;
  • Carro reserva;
  • Kit gás;
  • Proteção para equipamentos de mídia;
  • Queda de objeto sobre o carro etc.

Quando um sinistro coberto na apólice acontece com o carro, a seguradora paga indenização ao segurado. Essa indenização pode ser parcial ou integral.

O que é a indenização parcial?

A indenização parcial de um seguro auto é paga quando o carro sofre um dano parcial. Ou seja, quando os danos provocados correspondem a, no máximo, 75% do valor de mercado do veículo.

Nessa situação, a seguradora pagará o conserto do auto. Mas, para isso, o segurado deverá pagar a franquia do seguro. Esse valor fica determinado na apólice, no momento de contratação do seguro.

Imagine que o conserto do veículo terá custo de R$ 3 mil. Sua franquia é de R$ 500,00. Logo, você deverá pagar R$ 500,00 à oficina responsável pelo reparo. A seguradora vai quitar os R$ 2.500,00 restantes necessários.

Dessa forma, a seguradora busca incentivar a maior prudência do usuário. Sabendo que também terá gastos em caso de sinistro, o motorista tende a tomar cuidado no trânsito.

Quando a indenização integral é paga?

Enquanto isso, a indenização integral é paga após a perda total do carro. Esse tipo de perda ocorre quando os danos ao veículo são superiores a 75% do seu valor de mercado.

Em casos assim, a seguradora transfere o veículo danificado para seu nome. Então, libera a indenização acordada na apólice, suficiente para a compra de um novo veículo.

A indenização integral também é paga quando o carro é roubado ou furtado, e não recuperado pela polícia.

Vale lembrar que as indenizações só são liberadas quando um sinistro coberto acontece. Se não tiver  cobertura, o usuário precisará pagar sozinho pelo prejuízo.

Pronto! Agora você já sabe como funcionam os seguros personalizados. Na hora de contratar o seu, não esqueça de pesquisar bem sobre a seguradora. Ela deve ser bem avaliada pelos consumidores e ter registro na Superintendência de Seguros Privados (Susep).

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