Como funciona o seguro para bens pessoais

Você já pensou em contratar um seguro para bens pessoais? Não só para o seu carro,mas também para o celular, eletrodomésticos… As opções do mercado são diversas,e podem evitar belos prejuízos ao consumidor.

O investimento em bens pessoais hoje não é pequeno. Mesmo um celular simples tem custo de cerca de R$ 1 mil, o que pode doer no bolso do consumidor em caso de problemas — de dano ao aparelho ou seu furto, por exemplo. Assim, tem se tornado comum contar com o seguro para bens pessoais, como para este bem.

Ao contratar um seguro, para qualquer bem, o usuário obtém proteção para o objeto.Isso significa que, em caso de sinistro, ele receberá indenização. Logo, não terá que arcar sozinho com o prejuízo.

De modo geral, podemos dividir esse tipo de seguro, para bens pessoais, entre o seguro para equipamentos eletrônicos, para bens de luxo e para bens residenciais.

Como funciona o seguro para bens pessoais

Seguro para equipamentos eletrônicos

Vários equipamentos eletrônicos podem contar com seguro. Como smartphones, notebooks, câmeras e filmadoras. Assim como tablets, smartwatchs e outros. O que varia é o tipo de sinistro coberto, já que cada bem pode passar por problemas diferentes.

Normalmente,o seguro para eletrônicos cobre roubo e furto. Cobre, ainda, quebra acidental,garantindo o conserto de equipamento. Para adquirir a proteção mais adequada ao seu caso, é importante que o consumidor tenha atenção à apólice.

Seguro para bens residenciais

Quando faz um seguro residencial, o consumidor protege a estrutura do seu imóvel. Ou seja, em caso de incêndio, inundação e outros, a edificação pode ser reconstruída ou reformada. Contudo, costuma ser necessário contratar o seguro para bens residenciais como um extra da proteção.

Assim que adere ao seguro para bens residenciais, o usuário protege também seus móveis;eletrodomésticos, como a TV e computador; documentos pessoais guardados no imóvel; objetos de decoração; e outros.

Mais uma vez, é importante que o indivíduo tenha atenção ao contrato do acordo. Ele deve enumerar tudo o que você deseja proteger, e contra o quê. No caso de perda parcial, os bens podem ser reparados. Se a perda for total, a seguradora oferecerá indenização para a compra de um novo bem.

Seguro para bens de luxo

Se o consumidor possui bens de luxo, precisa contratar um seguro específico. Isso porque, os itens costumam ter alto valor, e não podem ser incluídos em seguros mais “gerais”.

Podemos tratar como bens de luxo obras de arte, joias, embarcações, cristais, jatinhos e helicópteros. Tais quais pedras preciosas, porcelanas antigas e outros itens de alto custo. É comum que a seguradora faça uma avaliação detalhada do objeto,para só então informar os custos da sua proteção e os sinistros cobertos.

Como funciona o seguro para bens pessoais?

O funcionamento de um seguro para bens pessoais é o mesmo dos seguros para automotores, imóveis ou outros mais comuns no mercado. Ou seja, o usuário contrata a proteção e, em troca, fica segurado contra uma série de sinistros.

Os sinistros de um seguro ficam listados em sua apólice. Geralmente, eles incluem furto e roubo, dano por incêndio, quebra por mau uso e queda. Ao sofrer uma dessas situações, o usuário pode entrar em contato com a seguradora, por telefone ou internet. Depois, deverá solicitar o pagamento da indenização correspondente ao sinistro.

Existem dois tipos de indenização: a parcial e a integral. A primeira é paga ao consumidor quando o bem protegido sofre algum dano, mas ainda pode ser recuperado. Normalmente, é preciso que o dano corresponda a, no máximo, 75% do valor do bem.

Já a indenização integral é entregue pela seguradora quando não há chance de recuperação do bem. Ou porque ele foi muito danificado, ou porque foi roubado/furtado. Nestes casos, os valores do seguro são direcionados à compra de um item novo.

Avalie a franquia do seguro

Independentemente do tipo de seguro, o usuário ainda precisa ter atenção à franquia. A franquia é o valor de responsabilidade do consumidor em caso de perda parcial do bem. Por exemplo: seu celular cai e trinca a tela, e seu conserto terá custo de R$ 500.A franquia do seu seguro é de R$ 200, então você será o responsável pelo pagamento de R$ 200 do valor total. A seguradora irá arcar com os R$ 300 restantes.

Estabelecer uma franquia é um modo de a seguradora incentivar a prudência do consumidor.Sabendo que também terá custos no caso de sinistro, o indivíduo tende a manter seus bens mais bem cuidados e seguros.

Na hora de definir a franquia do seguro, o valor do bem precisa ser avaliado com cuidado. Isso porque, de nada adianta obter um seguro com franquia alta para um bem “barato”. Afinal de contas, a seguradora só arca com o prejuízo quando ele é superior ao custo da franquia. A atenção a este quesito garante que o usuário receberá sua indenização quando necessário.

As regras de seguros no Brasil são definidas pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Para escolher a proteção ideal, procure um corretor. Juntos, vocês poderão avaliar os prós e contras do seu seguro para bens pessoais. Contar com um bom corretor também é fundamental para o caso de sinistro, pois o especialista será o “mediador” da“negociação” com a empresa seguradora.

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