Como funciona o seguro para aluguel de carros?

Não sabe como um seguro para aluguel de carros funciona? Saber detalhes sobre essa proteção é fundamental antes da locação. Afinal, assim o consumidor terá maior segurança em utilizar o veículo. Acompanhe o texto e descubra tudo o que você precisa!

Contar com um seguro para aluguel de carros pode se uma ótima alternativa. Com ele, o consumidor fica resguardado de grandes prejuízos. Isso porque, caso ocorra algum sinistro, a seguradora será a responsável pelo pagamento por boa parte do dano.

Cada locadora de veículos tem regras diferentes para a proteção dos seus carros. Muitas colocam o seguro embutido no preço total, por exemplo. Outras, permitem que o consumidor escolha pela contratação ou não da salvaguarda.

Em qualquer das situações, é fundamental que o usuário leia com cuidado o contrato de locação. No acordo, precisam estar todas as regras para acionamento do seguro ou, se for o caso, para o pagamento pessoal dos prejuízos. Assim, o consumidor poderá comparar qual a melhora alternativa de cobertura.

Os valores cobrados para a proteção por uma seguradora fazem parte da taxa de seguro. As coberturas variam, mas geralmente incluem roubo, furto e colisão. Logo mais, apresentaremos outras alternativas de  cuidado com o carro — continue acompanhando o texto.

Como funciona o seguro para aluguel de carros?

Regras para o aluguel de carro

Para alugar um veículo, costuma ser necessário que o indivíduo atenda a alguns pré-requisitos. Geralmente, é solicitado que o condutor tenha ao menos 21 anos de idade e 2 anos de habilitação. Algumas empresas também verificam se há débitos pendentes em nome do usuário, ou seja, se ele está com o nome sujo.

Normalmente, ainda é solicitado cartão de crédito em nome do contratante. O dispositivo serve como caução para imprevistos.

É igualmente importante que apenas o locatário dirija o veículo. Caso haja a previsão de outros condutores, eles precisam ser listados no contrato do aluguel, como “motoristas adicionais”.

Se um sinistro ocorrer enquanto um motorista não cadastrado dirigia, o seguro para aluguel de carros não fará a cobertura do prejuízo.

Coberturas de um seguro para aluguel de carros

As coberturas de proteção de um veículo alugado variam de locadora para locadora. Independentemente da empresa, porém, a seguradora não cobre prejuízos provocados pela má conduta do motorista.

Ou seja, caso o indivíduo infrinja as leis de trânsito, terá que quitar do próprio bolso todo o dano provocado.

Normalmente, o carro alugado é protegido contra danos na lataria, colisões, roubos e furtos. Para a cobertura de acidentes pessoais e danos a terceiros, porém, é necessário contratar cobertura adicional, opcional ao consumidor.

Algumas empresas locatárias ainda oferecem a alternativa de seguro com isenção da coparticipação obrigatória. A coparticipação funciona como a franquia de um seguro comum e, quando isenta, não cobra valores do usuário em caso de sinistro.

Também costuma ser possível contratar assistência 24 horas para ao automóvel. Assim como proteção para vidros e pneus. As alternativas variam por locadora, e são sugeridas logo na assinatura do contrato.

O que fazer após um sinistro?

Assim que uma colisão, furto ou roubo acontece, é preciso acionar a polícia. Apenas com um Boletim de Ocorrência em mãos o usuário pode solicitar a cobertura pelo seguro. Afinal, o BO funciona como o registro do ocorrido.

Em caso de acidentes com vítimas, é fundamental, antes de tudo, contatar os serviços de emergência, como o SAMU.

Logo depois, é preciso acionar a locadora do veículo. O passo a passo seguinte varia de acordo com a empresa, mas geralmente precisa ser iniciado em, no máximo, 24 horas após o ocorrido. Do contrário, o carro perde a cobertura pelo seguro.

Uma etapa comum é a necessidade de comparecer à locadora para a assinatura de um termo de sinistro. O consumidor, então, faz o pagamento da sua coparticipação obrigatória, semelhante à franquia de um seguro comum.

Franquia e coparticipação obrigatória

A franquia de um seguro consiste nos valores de responsabilidade do usuário em caso de sinistro. Imagine, então, que você bata o carro alugado.

A franquia expressa no contrato ou, neste caso, a coparticipação obrigatória expressa, foi de R$ 300. Enquanto isso, o reparo terá custo total de R$ 1 mil. Dessa forma, você, locatário, pagará R$ 300 para o reparo, enquanto locadora e seguradora dividirão o pagamento dos R$ 700 restantes.

Antes de quitar a coparticipação, também é interessante que o indivíduo verifique os custos do reparo e da franquia acordada. Por vezes, o custo de um conserto “particular” é menor do que o valor da coparticipação.

Assim, pode ser mais vantajoso pagar o restauro do próprio bolso. De todo o modo, é preciso verificar as regras da locadora quanto a essa medida.

Lembre-se, ainda, que dificilmente um sinistro não será percebido pela locadora. Afinal, uma vistoria é feita na retirada do veículo, e outra em sua devolução.

Por isso, é fundamental avisar à empresa sobre qualquer ocorrido, em até 24 horas. Assim, as medidas necessárias serão tomadas. Tentar fraudar o acordo pode gerar mais prejuízos e dores de cabeça.

Agora você já sabe como funciona o seguro para aluguel de carros. Contrate o veículo com uma locadora de confiança, e bom passeio!

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