Plano de saúde com coparticipação: saiba como funciona

Está pensando em contratar um plano de saúde, mas não sabe qual a melhor modalidade? Neste texto, explicamos tudo o que você precisa saber sobre o plano de saúde com coparticipação. Acompanhe!

É comum que um plano de saúde com coparticipação seja mais barato do que os demais. Isso porque, o consumidor paga uma taxa a cada consulta ou exame que realiza.

Como resultado, a mensalidade deste plano se torna menor do que a de uma assistência tradicional.

Já internações e cirurgias não cobram uma “taxa extra”. Basta que o beneficiário esteja com as suas despesas em dia com o plano, e ele terá acesso completo aos serviços.

Os valores cobrados por exame ou consulta variam, especialmente de acordo com a operadora do plano de saúde.

Esses custos, e suas regras, ficam estabelecidos no contrato, e podem ter valor fixo ou percentual por atendimento.

Todos os aspectos do acordo devem ser bem compreendidos pelo consumidor antes da contratação. Assim, o usuário terá maior segurança ao utilizar os atendimentos de que precisa.

Um plano coparticipativo pode ser contratado de forma individual, familiar, nos planos por adesão ou empresariais.

Os planos por adesão são os oferecidos por sindicados e associações, e os empresariais atendem aos funcionários de uma empresa.

Independentemente do tipo de plano de saúde, com coparticipação ou não, o consumidor terá acesso ao mesmo catálogo de clínicas, hospitais e médicos que atendem pela operadora.

Em todo o caso, na hora de contratar um plano, é fundamental também ter atenção à sua segmentação assistencial.

As segmentações são definidas pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), e indicam os atendimentos a que cada usuário terá direito. Para internações, por exemplo, é preciso contar com um plano Hospitalar.

Plano de saúde com coparticipação: saiba como funciona

Quando um plano de saúde com coparticipação vale a pena?

Apesar de geralmente ser mais barato, nem sempre um plano coparticipativo vale a pena. Para ter a certeza de que ele é a melhor escolha, você precisa comparar os preços desse tipo de assistência com a tradicional.

Imagine que o plano coparticipativo da operadora pesquisada tenha mensalidade de R$ 200, e uma taxa de R$ 20 por consulta. Já o plano tradicional dessa mesma empresa tem custo de R$ R$ 400, sem nenhuma outra taxa.

Você vai ao médico uma vez por mês. Ou seja, realiza 12 consultas por ano, com um custo de R$ 240 em taxas no coparticipativo.

Neste caso, a coparticipação não seria a melhor alternativa. Afinal, seu custo anual total seria de R$ 440, e não de R$ 400, como no plano tradicional.

De qualquer forma, é preciso considerar uma média de visitas ao médico. Quem vai pouco ao consultório e realiza poucos exames anuais costuma se beneficiar bastante do plano de saúde com coparticipação.

Já indivíduos com doenças preexistentes, graves ou não, como o diabetes e a pressão alta, tem maior hábito de buscar um especialista.

O mesmo para idosos e crianças. Logo, a economia com o coparticipativo não costuma acontecer.

Na hora de escolher o melhor plano de saúde ao seu caso, converse com um corretor. Juntos, vocês poderão avaliar o plano de saúde com coparticipação e definir mais facilmente a segmentação da assistência.

Lembre-se, ainda, de fazer cotações em várias empresas. Os custos variam muito entre as operadoras.

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