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Você precisa fazer uma abdominoplastia? Descubra se o plano de saúde cobre a cirurgia.

Segundo os dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), o Brasil é o país que mais realiza cirurgias plásticas no mundo, com o número de 1.5 milhão de procedimentos por ano. Mas você sabe se o plano de saúde cobre abdominoplastia? Confira seus direitos!

Mas nem sempre este tipo de cirurgia é realizado de forma estética. Algumas vezes, as mulheres optam por passar pela abdominoplastia devido uma diástase após uma gravidez, por exemplo.

Caso você precise passar por este procedimento, fique atento aos detalhes que falaremos neste texto sobre a cobertura do plano de saúde, já que a lista de procedimentos da ANS pode deixar algumas dúvidas.

Plano de saúde cobre abdominoplastia? Confira seus direitos!
Imagem de Anna Shvets / Pexels

Saiba de plano de saúde cobre abdominoplastia

Quando temos um plano de saúde a primeira coisa que vem à nossa cabeça é utilizá-lo no procedimento que estamos precisando, não é mesmo? Porém, não é em todos os momentos que temos cobertura da operadora.

Por este motivo, vamos falar sobre se o plano de saúde cobre a abdominoplastia.

A primeira resposta é que o plano de saúde, geralmente, não cobre o procedimento no caso de motivo para melhora do corpo estético.

Mas existem alguns casos em que o usuário consegue fazer a cirurgia com a cobertura da operadora, que é, se o excesso de pele, por exemplo, estiver afetando a vida do usuário, o plano poderá dar cobertura à cirurgia. Para isso, será necessário um laudo médico detalhado para comprovar a necessidade do procedimento.

É importante pontuar que, na maioria dos casos, o plano de saúde pode solicitar uma perícia para avaliar se a cirurgia realmente é reparadora sem finalidade estética.

O que é abdominoplastia?

Este tipo de cirurgia é realizada para retirada do excesso de pele e gordura da região do abdômen. O procedimento também ajuda na flacidez, fortalecimento dos músculos e ainda pode ser utilizado para retirada de estrias e cicatrizes que existem no local.

A cirurgia acontece com anestesia peridural e pode durar de 2 a 4 horas. Durante o procedimento, o médico-cirurgião faz um corte na barriga para a retirada da pele e gordura. Após isso, a sutura é feita com adesivos de pele ou fitas.

A pessoa que passa por uma abdominoplastia, geralmente, fica de 2 a 4 dias internada, se não tiver nenhum problema pós-cirúrgico.

Claro, que nos primeiros dias, é normal sentir um pouco de dor e ainda pode ter roxos e inchaço em alguns locais na região do abdômen.  Por este motivo, é preciso tomar alguns cuidados.

Quem deve fazer abdominoplastia?

A abdominoplastia é indicada, principalmente, para as pessoas que perderam muito peso após uma cirurgia bariátrica, por exemplo, ficou com uma “barriga de avental”.

A outra opção são ideias para aquelas mulheres que sofrem com diástase depois de uma gravidez, que é quando acontece o afastamento do músculo da barriga, deixando um excesso de gordura flácida e pele. Neste caso, algumas pessoas sentem muito desconforto e, por isso, a cirurgia é necessária para alívio e melhora na qualidade de vida.

Importante lembrar que para fazer este procedimento é recomendado a procura de um profissional qualificado. Por este motivo, se você não conhece nenhum médico, faça pesquisas ou solicite uma indicação de pessoas de confiança antes de realizar a cirurgia.

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Além das duas situações que citamos acima, a flacidez no abdômen pode ser gerada pela idade, oscilação de peso ou hereditariedade.

Existe mais um detalhe que você precisa pensar antes de fazer a abdominoplastia que é sobre a contraindicação.  Pessoas com problemas no coração, mulheres que pretendem engravidar ou fumantes não são recomendadas fazer este tipo de procedimento porque podem ter complicações.

Mas, em todos os casos, o ideal é que todos que forem fazer esta cirurgia passem por exames pré-operatórios, que são:

  • Opções de sangue: hemograma, ureia, coagulograma, creatinina, glicemia de jejum, IgE total e IgE específico para látex;
  • Urina com as opções urina de rotina e urocultura;
  • Exames de imagem: ultrassonografia de parede abdominal e ultrassonografia de abdômen total, dando ênfase na identificação de diástase da parede abdominal e hérnias e diástase da parede abdominal;
  • Eletrocardiograma.
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