5 mitos e verdades do seguro auto com rastreador que você precisa saber

Contratar um seguro auto com rastreador pode ser uma ótima pedida. Mas antes, você precisa conhecer tudo sobre a opção. Acompanhe de descubra!

Anda pensando em contratar um seguro com rastreador, mas está cheio de dúvidas? Isso é bastante comum. Afinal, essa associação de serviços ainda é pouco comum.

Para se ter uma ideia, no Brasil existem cerca de 43,4 milhões de veículos nas ruas. Desses, apenas 13,4 milhões possuem seguro, e somente 1,5 milhão têm rastreador instalado.

O número de rastreadores, aliás, corresponde tanto a carros, quanto a outros veículos, como de carga, o que torna a amostragem em pequenos automóveis ainda melhor.

Um rastreador de veículo nada mais é do que um dispositivo que permite localizar o auto. Ele é útil, principalmente, em casos de roubo ou furto.

Com o aparelho, o carro pode ser mais facilmente encontrado e recuperado pela polícia. A seguir, acompanhe mitos e verdades sobre o dispositivo.

5 mitos e verdades do seguro auto com rastreador que você precisa saber

5 mitos e verdades sobre seguro auto com rastreador

1. Um rastreador é suficiente para proteger o carro

Mito. O rastreador de veículos tem como única função localizar o carro após um roubo ou furto. Mas ele não protege o usuário de outros sinistros, nem ressarce dos prejuízos sofridos.

Um seguro auto, por outro lado, protege o veículo contra vários sinistros e ressarce o consumidor dos seus prejuízos.

As coberturas geralmente incluem incêndio, colisão, queda de raio e outras. Assim, sempre que alguma algum destes problemas acontece, o segurado só precisa acionar a seguradora. Então, receberá valores que cobrirão o seu prejuízo.

São dois os tipos de indenização que um seguro paga. A primeira é chamada de parcial, e funciona para o conserto do veículo.

Seu valor é suficiente, apenas, para reparos que não tenham custo maior do que 75% do valor de mercado do carro.

A indenização integral, por outro lado, cobre prejuízos superiores a 75% do valor do carro. Ela é paga, por exemplo, após uma grande colisão, e quando o carro é roubado e não recuperado.

Com os valores, o consumidor pode adquirir um novo veículo.

2. Rastreador deixa o seguro auto mais barato

Verdade. Se o carro segurado é roubado, a seguradora tem duas opções: pagar a indenização parcial ou a integral. Essas possibilidades, porém, variam.

Quando o carro não é recuperado, a empresa do seguro entrega ao usuário a indenização integral. Já quando o veículo volta ao consumidor, é possível que apenas a indenização parcial seja necessária.

A menos, é claro, que o custo do reparo seja maior do que 75% do valor do auto. Nessa situação, o usuário volta ao seu direito de receber os valores integrais.

O ponto é que a indenização parcial é muito mais barata à seguradora do que a integral. O rastreador torna a localização do veículo mais simples, e por isso aumenta a chance de valores parciais.

Podendo “economizar” nas indenizações, a empresa dá certo desconto ao usuário na hora da contratação do seguro.

É importante, porém, dizer que vários outros fatores influenciam no valor do seguro. Como o perfil do motorista, o modelo do carro e o número de coberturas contratadas.

Na hora de contratar a proteção, vale a pena realizar cotações em diferentes empresas.

3. Rastreador só localiza o carro

Mito. Ao instalar um rastreador, o consumidor pode contar com uma série de outros benefícios. Tudo depende do modelo do aparelho utilizado.

Alguns deles conseguem, por exemplo, funcionar também como bloqueadores. Assim, se o veículo é roubado, o bloqueador pode ser acionado, e o carro não sairá mais do lugar.

Também existem rastreadores com cerca eletrônica. Essa opção avisa ao motorista quando o veículo ultrapassa uma área delimitada, e pode servir de alerta.

Outra possibilidade é de que o aparelho grave o histórico de posição do carro. Ou seja, ele registra onde o veículo esteve e em que horário.

A opção pode servir tanto para casos de furto e roubo, como para o monitoramento do carro emprestado a alguém.

4. O rastreador é gratuito

Mito. Dificilmente um rastreador é instalado sem nenhum custo. O que as seguradoras costumam fazer é oferecer desconto no seguro e facilidades para instalação.

Por vezes, também há alguns descontos nos valores cobrados. Fora isso, o usuário geralmente precisa arcar com o preço de instalação e uma mensalidade para o monitoramento.

Apesar do custo, é interessante pagar pelo monitoramento contínuo do veículo. No mercado, existem dispositivos que permitem o monitoramento pelo próprio consumidor.

Porém, após um furto, o usuário dificilmente terá o mesmo aparato técnico para a localização rápida do automóvel.

5. Seguradora pode exigir a instalação do instalador

Verdade. A seguradora pode negar um consumidor sempre que desejar. Ou seja, se não achar o negócio interessante, ela indicará o cliente a outra empresa.

Então, se a condição da companhia for a instalação de um rastreador, e o usuário se negar a fazê-lo, o seguro pode não ser contratado.

Agora você já sabe tudo o que precisa sobre o seguro auto com rastreador de carro. Faça a sua cotação e proteja o seu veículo ao máximo!

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