Você sabe como funciona o seguro do seu automóvel?

| Autor: Jeniffer Elaina

Se você ainda tem dúvidas sobre como funciona o seguro do seu automóvel, não se preocupe. Neste artigo você encontrará todas as informações importantes sobre esse assunto.

Quando compramos um carro, uma das primeiras preocupações que temos é em relação à contratação do seguro.

Afinal, por mais que este serviço esteja mais popular atualmente, sua contratação ainda gera muitas dúvidas.

Por isso, se você é uma dessas pessoas que ainda sofre com questões relacionadas à contratação e o funcionamento desse serviço, não se preocupe.

Neste artigo, mostraremos as informações mais importantes sobre como funciona o seguro do seu automóvel, acompanhe.

Você sabe como funciona o seguro do seu automóvel?

Como funciona a contratação do seguro auto

Antes de explicar como funciona o seguro de automóvel, vale a pena falar um pouco sobre a contratação desse serviço.

Se você ainda não tem um seguro auto, é fundamental saber que a pesquisa talvez seja a etapa mais importante para essa contratação.

O primeiro passo é avaliar com atenção quais são suas necessidades de proteção, ou seja, quais coberturas são indispensáveis no seu seguro auto.

Feito isso, o passo seguinte são as cotações de seguro.

A cotação, ou simulação do seguro de carro, funciona como uma espécie de orçamento, onde os riscos do motorista se envolver em algum tipo de problema com o veículo são calculados.

Elas são extremamente necessárias, visto que o seguro é um serviço cujo valor varia de acordo com o perfil do segurado, os serviços oferecidos e o regimento de cada seguradora.

Por isso, quanto mais cotações e/ou simulações você fizer, maiores serão as chances de encontrar o seguro auto com as coberturas que você precisa com um bom preço.

Depois de receber todas as cotações e avaliar não apenas os preços, mas as coberturas e benefícios oferecidos, o passo seguinte é entrar em contato com a seguradora escolhida e solicitar a contratação do seguro auto.

A seguradora terá um prazo legal de 15 dias para avaliar o risco em segurar seu veículo e aceitar a contratação, emitindo a apólice, ou simplesmente recusar a solicitação.

Isso mesmo, a seguradora pode se recusar a proteger seu veículo.

Mas é importante que isso seja feito dentro do prazo e tenha uma justificativa.

Geralmente as seguradoras tomam essa decisão, por considerar que essa proteção pode ser um mal negócio para empresa.

Essas situações são comuns, por exemplo, quando o risco de roubo do veículo é alto na região em que o usuário tem residência, quando o veículo é mais antigo e encontrar peças de reposição é uma tarefa complicada, ou por vários outros fatores.

Caso a seguradora aprove a sua solicitação de seguro, restará agora apenas realizar a vistoria prévia, definir os termos do contrato, conhecido no meio como apólice, o valor da franquia, a forma de pagamento e assinar a contratação.

Após a assinatura da apólice, o segurado deverá pagar o prêmio, nomenclatura do valor cobrado pela prestação do serviço, este pode ser pago à vista (geralmente com desconto), ou em parcelas.

O que é a vistoria prévia do veículo?

Na hora de contratar o seguro de carro, a seguradora pode solicitar uma vistoria prévia de seu automóvel.

O objetivo dessa vistoria é verificar o estado de conservação do seu veículo.

A vistoria também serve para saber se o veículo realmente tem as características relatadas no formulário de contratação do serviço.

Para evitar inconsistências, é preciso informar à seguradora todo o histórico do carro.

Se ele já sofreu batidas, se já teve o chassi trocado ou mais.

Se os dados não forem entregues à empresa, mas percebidos na vistoria, a seguradora poderá se negar a cobrir o veículo.

O que é e como funciona o seguro do seu automóvel?

O seguro de automóvel é um serviço que protegerá o segurado (cliente que o contrata) e seu carro de situações de risco não esperadas.

Sua contratação pode ser feita diretamente pelo cliente em contato com a seguradora, ou através de um corretor de seguros, que ajudará a escolher o serviço mais adequado.

É importante dizer que a contratação do seguro auto só passa a valer após o pagamento do prêmio total, ou da primeira parcela.

A partir desse pagamento, a seguradora estará comprometida a segurar o veículo em caso de sinistros.

Promovendo o pagamento de indenizações em casos de perda parcial, mediante o pagamento da franquia, ou total, sempre de acordo com a apólice, que deverá listar todos os sinistros e regras da cobertura contratada.

É fundamental conhecer cada uma das suas cláusulas antes da assinatura do contrato.

O que é e como funciona a franquia no seguro de carros?

Quando um seguro auto é contratado, fica acordado na apólice que a seguradora se responsabiliza por assumir apenas uma parcela dos danos sofridos em caso de sinistro com perda parcial, e 100% deles em casos de perdas totais.

Ou seja, sempre que o veículo sofrer um dano de perda parcial e o sinistro for acionado para o seu reparo, a seguradora arcará apenas com uma parte do valor total desse reparo, ficando a outra parte do valor por conta do segurado.

Esse valor por conta do segurado é a franquia.

A franquia deve ser estipulada no ato da contratação do seguro, e deve constar na apólice de maneira clara.

Existem basicamente três tipos de franquia, a reduzida, a normal e a majora, e a escolha do tipo de franquia influencia diretamente no valor final do prêmio.

Quando a franquia do seguro é isenta?

É importante dizer que a seguradora só quita os valores de conserto quando o custo do reparo é maior do que a franquia.

Do contrário, o consumidor deve arcar sozinho com o conserto do veículo.

Nos casos de perda total, quando os danos são iguais ou superiores a 75% do valor do veículo, o segurado não paga a franquia.

O mesmo para o caso de roubo/furto sem a recuperação do veículo.

Nessas situações, o consumidor apenas é indenizado, conforme o valor previsto na apólice.

A franquia também é isenta nos casos de coberturas para terceiros e no acionamento da assistência 24 horas.

Como é calculado o valor do prêmio?

O prêmio é calculado com base na análise de risco do veículo, que considera diferentes fatores.

Essa análise de risco, indica as chances de o carro ter algum problema, que obrigue a seguradora a arcar com uma indenização.

Logo, quanto maior for o risco de sinistro do carro, maior será o valor do seguro.

Para definir o preço do seguro, são avaliados fatores como análises estatísticas do índice de roubos de veículos na região em que o usuário mora, trabalha ou costuma circular com o veículo.

Outra informação avaliada é o perfil do segurado: idade, gênero, estado civil, existência de filhos ou menores de idade sob sua responsabilidade etc.

Essas informações influenciam diretamente no comportamento do segurado ao volante, e são analisadas com base em estatísticas de pessoas que se envolvem em acidentes.

Ainda são considerados dados como os locais onde há maior incidência de roubos e furtos, históricos de condução do indivíduo, histórico de sinistros, tempo de habilitação do motorista e outros.

Geralmente, condutores mais novos possuem valor do prêmio mais alto.

Isso acontece porque, para as seguradoras, esses motoristas têm menos experiência ao volante.

Logo, são mais sujeitos a acidentes.

Além disso, segundo as estatísticas eles costumam ser mais irresponsáveis no trânsito.

Além do local de tráfego do automóvel, a empresa também considera seu local de estacionamento.

Quando o carro permanece em espaço fechado por todo o dia, o prêmio do seguro é menor.

No entanto, veículos que são estacionados na rua, são considerados com maiores chances de roubos ou furtos.

Logo, o seguro será mais caro.

Após a seguradora avaliar todas as informações, ela também analisa os dados fornecidos pelo consumidor no formulário de análise de risco.

Assim, a empresa consegue estabelecer o valor do prêmio.

Como funciona o pagamento do seguro?

O pagamento do seguro pode ser feito de diferentes modos, e varia de acordo com a seguradora, sendo na maioria dos casos, possível negociar o melhor modo com a empresa.

As seguradoras normalmente permitem o pagamento por meio do débito em conta, boleto bancário ou até mesmo cartão de crédito.

Dependendo do valor do seguro, o usuário pode fazer seu pagamento à vista, ou  em prestações.

As apólices de seguro podem ter duração variadas mas, muitas vezes, precisam ser renovadas a cada ano.

Por isso, o parcelamento costuma ser feito em menos de 12 vezes.

Coberturas do seguro de carro: como funciona?

Outro item importante sobre como funciona o seguro de veículos são as coberturas.

Elas indicam  quais as proteções que o seu carro tem, como ele será coberto e os valores indenizatórios para cada sinistro.

Existem basicamente dois tipos de coberturas: as básicas e às adicionais.

As básicas costumam contar com os mesmos itens em todas as seguradoras, e contemplam:

  • Roubo e furto;
  • Incêndio;
  • Colisão;
  • Danos causados por alagamento;
  • Danos promovidos por causas naturais, como granizo, raios etc.

Já as coberturas adicionais podem variar de uma seguradora para outra e podem ser contratadas de forma avulsa ou em pacote.

Elas incluem, entre outras:

  • Proteção para os equipamentos de mídia do veículo (TV, rádio e outros);
  • Carro reserva;
  • Assistência 24 horas, com serviços como guincho;
  • Proteção para blindagem;
  • Seguro para danos a vidros, lanternas, faróis e retrovisores;
  • Extensão de perímetro (área geográfica da cobertura);
  • Carta Verde (proteção do carro fora do Brasil) e etc.

Vale ressaltar que o carro só estará protegido contra os sinistros que estiverem listados nas coberturas contratadas.

Por isso, é extremamente importante saber como funciona o seguro automotivo.

É comum também que as seguradoras ofereçam assistência 24 horas.

Com ela, o usuário obtém serviços como guincho, chaveiro e outros.

É importante deixar claro que os serviços oferecidos pela assistência 24 horas não são considerados sinistros.

Isso significa que não é necessário fazer o pagamento da franquia.

Coberturas para pessoas no seguro auto: quais são?

Existem ainda as coberturas que não protegem seu veículo, mas sim pessoas.

Um bom exemplo é a cobertura chamada de APP (Acidentes Pessoais de Passageiros).

Ela protege os passageiros do seu veículo em caso de acidente.

Com os valores disponibilizados pela cobertura, é possível quitar despesas médicas e, se for o caso, indenização por invalidez ou morte.

Outra cobertura que também fornece uma proteção extra é a de terceiros, chamada de Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos.

A RCF-V é a responsável por cobrir danos materiais, físicos ou morais causados a outras pessoas em caso de acidente de trânsito.

Assim, o segurado não precisa arcar com o prejuízo do outro indivíduo — é a seguradora que quita os reparos.

Falando ainda da RCF-V, vale dizer que nem todos os indivíduos são considerados terceiros.

Familiares do segurado ficam excluídos desse grupo.

Por isso, se algum sinistro ocorrer entre o seu carro e o veículo de um parente, a seguradora não cobrirá o prejuízo.

É importante dizer que sempre vale a pena contratar o maior número possível de coberturas, desde que elas façam sentido para você.

Adquirir a proteção normalmente tem custo muito menor do que arcar sozinho com os prejuízos.

Você pode, por exemplo, economizar ao não contratar proteção para inundação — mesmo que esse seja um fenômeno frequente na sua cidade.

Após essa ocorrência, porém, os danos ao veículo terão custo de reparo bem maior do que se você tivesse adquirido a proteção.

Procedimentos no caso de sinistro

Um sinistro é qualquer evento em que o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo material.

Para saber como proceder em caso de acidente de automóvel, acompanhe a seguir:

  1. O que fazer após um acidente?

Procure ficar calmo e afaste as pessoas e veículos das pistas de rodagem.

É importante nunca remover do veículo as pessoas que apresentem danos físicos, pois isso vai evitar lesões mais sérias, especialmente na coluna.

Caso haja pessoas presas nas ferragens e/ou incêndio, ligue imediatamente para o Corpo de Bombeiros, (telefone 193).

Sinalize o local acionando o pisca alerta e coloque o triângulo (do porta-malas) a uma distância segura, para evitar novos acidentes.

Para pistas com limite de 80 km/h, posicione o triângulo a 80 passos longos; 100 km/h, 100 passos; e assim por diante.

Em caso de chuva, neblina, fumaça ou noite, dobre a distância.

Acione os telefones de urgência:

  • 190 – POLÍCIA MILITAR;
  • 191 – POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL;
  • 198 – POLÍCIA RODOVIÁRIA ESTADUAL;
  • 192 – SAMU – SERV. DE ATENDIMENTO MÓVEL DE URGÊNCIA (acidentes com vítimas);
  • 193 – CORPO DE BOMBEIROS (em caso de pessoas presas às ferragens, incêndio, locais instáveis [como valas e ribanceiras], vazamento de líquidos e situações semelhantes).

Procure, também, identificar os envolvidos no acidente (placas dos veículos, objetos pessoais e dados para contato) e de eventuais testemunhas (isto é importante para evitar surpresas, como inversão de culpa e acionamentos judiciais alegando, por exemplo, omissão de socorro).

Após isso, registre uma ocorrência policial relatando os acontecimentos, os envolvidos, as causas e os danos provenientes do acidente.

Faça esse registro, preferencialmente, no local do acidente ou na delegacia mais próxima.

  1. Entre em contato com a seguradora

Se possuir seguro, comunique o sinistro na central de atendimento da seguradora.

A empresa poderá lhe orientar sobre a remoção do veículo para uma oficina, o retorno ou prosseguimento de viagem para os passageiros.

Bem como os demais procedimentos emergenciais com os bens segurados e as pessoas envolvidas.

Se houver veículos de terceiros envolvidos, solicite a eles que não consertem os carros antes de uma vistoria da seguradora (normalmente em até 48 horas após o aviso).

Mas atenção: a sua seguradora só pagará pelo prejuízo se você for o culpado pelo acidente.

Do contrário, a seguradora do terceiro deverá pagar pelo seu prejuízo e pelo dele.

Caso o terceiro não possua seguro, a sua seguradora poderá arcar com os custos dos dois carros, por meio de um acordo.

Se não houver acordo, o outro motorista deverá pagar todos os prejuízos do próprio bolso.

Se houver negativa deste pagamento, você e sua seguradora poderão solicitar, posteriormente, reembolso pelo outro motorista, de forma judicial.

É sempre indicado levar os veículos, primeiro, a uma oficina credenciada.

As oficinas credenciadas geralmente dão desconto na franquia e têm seu serviço avaliado pela seguradora.

Dê preferência às oficinas indicadas pela central de atendimento.

A cobertura para carro reserva (quando contratada) dá direito a um carro de locadora, pago pela seguradora até o conserto do veículo ou a constatação de indenização integral.

Em alguns casos, esta cobertura é liberada somente quando o veículo é encaminhado para oficinas referenciadas da seguradora.

  1. Em casos de roubo e furto

Se o carro foi roubado ou furtado, a primeira coisa a ser feita é procurar a polícia para fazer um boletim de ocorrência.

Assim, o carro poderá ser procurado pelas autoridades responsáveis.

O BO também é um registro do ocorrido.

Depois disso, é hora de entrar em contato com a seguradora ou o corretor.

Ao comunicar o roubo, você receberá todas as orientações de como funciona o seguro de carros e o que precisa ser feito nesse caso.

Feito isso, toda a documentação necessária deverá ser enviada à seguradora, que terá um prazo de 30 dias, a contar da data desse envio para pagar a indenização integral.

Neste período, a empresa acompanhará a situação do carro.

Se ele for encontrado, a empresa avaliará o veículo e sua necessidade de indenização integral ou parcial.

Se o auto não for encontrado, a indenização integral será paga ao usuário.

Ela também é quitada quando o automóvel é localizado, mas com danos que superem 75% do valor do carro.

Se, por algum motivo, o auto estiver “intacto”, não haverá pagamento de nenhum tipo de indenização.

Já se os danos forem inferiores a 75% do preço do veículo, será cobrada a franquia para que seja feito o reparo.

Aqui, o consumidor receberá a indenização parcial.

Como funciona o cancelamento do seguro

O seguro pode ser cancelado caso o segurado deseje ou devido à venda do bem.

Esse cancelamento também pode ser feito por parte da seguradora — por exemplo, por falta de pagamento dos prêmios (das parcelas de contrato).

Em ambos os cenários, a seguradora utiliza uma tabela de proporcionalidade para o cálculo do prêmio e eventuais restituições ao segurado.

É importante ter atenção à sua apólice de seguro e prevenir situações em que a proteção poderá ser cancelada.

Assim, você garantirá indenização caso algum sinistro ocorra.

Vale dizer que, antes do cancelamento por parte da seguradora, a empresa tenta negociar.

Por várias e várias vezes.

A suspensão do contrato é a última medida tomada pela empresa.

Além disso, se um sinistro ocorrer com o seguro em débito, é possível negociar com a empresa.

Nessa situação, a seguradora descontará parte da indenização para quitar a dívida do segurado, pagando o restante dos valores ao motorista.

O mesmo pode ser feito para o caso de sinistro integral de um carro com documentos irregulares.

A seguradora fará o pagamento dos débitos pendentes, como o DPVAT, e pagará o restante dos valores da indenização ao segurado.

Renovação do seguro auto: como funciona?

Normalmente, os corretores, ou as seguradoras, contatam o segurado pouco antes do vencimento da apólice, para oferecer a renovação do seguro.

Desejando manter a proteção, é importante que o consumidor verifique novamente as condições, coberturas necessárias e preços.

Uma dica é confirmar seus dados e informar eventuais alterações que ainda não tenham sido realizadas por meio de endossos.

Endossos são atualizações do contrato do seguro, que devem ser realizadas sempre que o carro passa por uma modificação.

As alterações podem corresponder a:

  • Uma batida, mesmo que a indenização não tenha sido necessária;
  • Instalação de um som automotivo;
  • Um novo motorista recorrente do carro.

Aproveite para avaliar se as coberturas ainda são adequadas às suas necessidades.

Na renovação, será possível suprimir ou acrescentar proteções, caso o usuário deseje.

Se for o caso, você também poderá atualizar o valor da apólice do seguro.

Normalmente, a indenização total é baseada na tabela Fipe do veículo, mas algumas seguradoras trabalham com outros valores-base.

Classes de bônus na renovação do seguro

Na hora da renovação, o usuário ainda pode contar com descontos, graças às suas classes de bônus.

Um sistema que funciona como um programa de pontos, onde bons motoristas são contemplados.

A cada ano em que o seguro é renovado, sem registro de sinistro no contrato anterior, o usuário recebe um ponto.

Cada ponto gera um percentual de desconto no valor da apólice, que varia por seguradora.

É possível acumular até 10 classes de bônus.

Para não perder nenhuma das suas, é importante renovar o seguro o mais rápido possível, de preferência antes do fim do contrato.

Se a renovação for realizada de 60 a 120 dias após o vencimento da apólice, há a perda de 1 classe.

Se entre 120 e 180 dias, a perda é de duas classes.

Já se a renovação for realizada 181 dias após vencimento da apólice anterior, todos os pontos do usuário serão eliminados.

Então, será necessário iniciar uma nova contagem a partir da contratação de outro seguro.

Vale dizer ainda que, a cada vez que um sinistro é acionado, o indivíduo perde uma classe de bônus.

Assim, na hora de renovar o seguro, não acumulará nova classe.

Porém, poderá utilizar dos pontos que tinha, menos um, convertendo-os em descontos.

Em todo o caso, as classes de bônus são ligadas ao CPF do usuário, não ao veículo, ou ao vínculo do segurado com a seguradora.

Por isso, é possível aproveitar dos descontos no seguro com outro carro ou outra empresa de proteção.

Basta respeitar os prazos de vencimento dos pontos.

Pronto! Agora você já conhece os principais pontos que devem ser entendidos em relação ao funcionamento do seguro do seu automóvel.

Se você ainda tiver dúvidas, fale conosco!

Ficaremos felizes em esclarecê-las ou mesmo em realizar uma cotação de seguro de automóvel para você.

Lembre-se: a cotação em várias empresas é essencial para a obtenção da melhor oferta do seu veículo.

*Publicado em:05/04/2020 e atualizado em 12/05/2020.”

VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DE LER:

4 Comentários

  • Idania Sodré says:

    Boa tarde! Boas informações as suas. Tenho carro 2007, ano passado bati num muro, me subtrairam 6 mil reais no conserto e com peças novas. Tenho direito de reembolso apenas por pagar IPVA?

    • Jeniffer Elaina says:

      Olá Idania, tudo bem?
      O IPVA é apenas um imposto obrigatório do carro e não funciona como um seguro de automóvel particular. Você só teria direito a receber algo se tivesse contratado um seguro particular ou, no caso de ter tido vítimas, poderia acionar o DPVAT, porém existe um prazo para acionamento.
      Abraço!

  • Romualdo says:

    Qual o tempo máximo para se comunicar um sinistro?

    • Jeniffer Elaina says:

      Olá Romualdo, tudo bem?

      No geral, você tem até um ano para comunicar um sinistro, porém esse prazo pode variar conforme cada caso ou seguradora, então é importante se informar com seu corretor. O ideal é que o sinistro seja comunicado o quanto antes, até mesmo para que os fatos sejam apurados e seja possível verificar sobre a indenização. Há casos que, se comunicados posteriormente, você pode perder o direito a indenização por não poder comprovar os fatos.

      Abraço!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *