Taxis elétricos podem se tornar uma opção mais barata

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 Taxis elétricos podem se tornar uma opção mais barata

Com sua circulação cada vez mais comum, os táxis elétricos no Brasil representam o intuito da tecnologia sustentável. Com autonomia de 160 quilômetros para cada recarga que, por sua vez, demora seis horas, os táxis 100% elétricos já são realidade no trânsito da cidade do Rio de Janeiro e de São Paulo e ajudam na sua referência de sustentabilidade. Por exemplo, como meta da conferência Rio+20, a redução da emissão de gases do efeito estufa em 16% até 2016 é um dos propósitos da Prefeitura da cidade, já em São Paulo, a ideia é que o número dos táxis seja aumentado progressivamente.

O intuito do destaque dos táxis elétricos é o de mostrar para o Brasil e para os demais lugares do mundo que há várias formas de energia que podem ser utilizadas em escala comercial, inclusive em serviços públicos, como é o caso dos táxis. Em São Paulo, essa realidade também é fato. Com táxis disponíveis no ponto no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, na região central, e usam a mesma tabela dos demais veículos. Configurando mais uma novidade para quem visita o Rio de Janeiro, na véspera de grandes e importantes eventos no local.

O modelo de táxis é o Nissan Leaf que é produzido no Japão. Ainda que os táxis não tenham sido liberados pelo Departamento Nacional de Trânsito – o Denatran para ser vendido ao consumidor comum brasileiro, os veículos vão circular por conta de uma parceria “verde” entre a Prefeitura e a fábrica. Já no Rio de Janeiro, a Polícia Militar também já tem dois modelos elétricos, sendo os dois carros da Nissan, que a mesma empresa fabricante dos táxis, nesse caso, as viaturas são usadas em patrulhamentos em pontos turísticos da cidade.

Com apoio da AES Eletropaulo e das empresas de frota de táxis, foram escolhidos alguns taxistas que receberam o carro gratuitamente, com o compromisso de cumprir algumas regras; não podendo circular fora da cidade e, sempre que possível, circular no centro expandido. O preço do veículo seja por volta de 200 mil reais para o consumidor fina, seu preço se deve ao alto valor do IPI, que é de 25%, e dos demais valores cobrados que somam 30% em impostos do governo e mais outras taxas de importação que chegam a de 35%.

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