App de carona quer acabar com o trânsito de SP e fazer você economizar

App de carona quer acabar com o trânsito de SP e fazer você economizar

SÃO PAULO – Um dos principais problemas enfrentados pelos paulistanos é a dificuldade de locomoção. Com um transporte público defasado e o custo alto para adquirir e manter um carro, o cidadão ainda precisa enfrentar o caótico trânsito da capital paulista. Mas, se depender do brasileiro Yonathan Yuri Faber, 28, e do israelense Sagiv Ofek, 30, esse problema pode chegar ao fim. Como? Pegando uma carona com desconhecidos.

A ideia nasceu nos Estados Unidos, tomou forma e nome: Zaznu, o aplicativo que dá a possibilidade ao usuário de pegar carona em espaço vazio de carros que farão o mesmo trajeto que ele. Lançado nesta semana em São Paulo, o principal objetivo do app é transformar o jeito de como os cidadãos se locomovem e interagem com o tráfego diário.

“Ao conectar pessoas que precisam chegar a um determinado lugar com outras que possuem um espaço vazio no carro, diminuímos o número de veículos nas ruas e, consequentemente, tornamos o trânsito mais sustentável”, explica Faber.

O executivo acrescenta que a tecnologia ainda ajuda o usuário a economizar, já que não necessita utilizar táxi. Ao final de cada carona, o aplicativo sugere ao passageiro uma doação simbólica facultativa. Caso o caroneiro opte por realizar uma contribuição, a mesma é feita via cartão de crédito através do próprio aplicativo. Do total doado, a Zaznu fica com 20% e o motorista Zazner recebe o restante. “É um jeito divertido e seguro de se locomover, já que o condutor e o carro passam por avaliações antes de estarem disponíveis para oferecer carona”, conta Faber.

Até o momento, mais de seis mil carros estão cadastrados no aplicativo. A expectativa é de que, até o final de abril, ao menos 250 carros já estejam operando em São Paulo. No segundo dia de lançamento, o aplicativo gratuito já figurava na lista dos dez mais baixados na App Store. Para 2014, a Zaznu projeta um faturamento em torno de R$ 5 milhões.

Fonte: InfoMoney

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