Dirigir com salto alto, um perigo constante para mulheres

Dirigir com salto alto, um perigo constante para mulheres

Sabemos que as mulheres tem um apreço por sapatos, principalmente os de salto, que são preferência quase que da maioria. Mas, e para dirigir? É permitido usá-lo?

A Lei 9.503 não proíbe o uso de saltos, mas especifica que o condutor não deve dirigir usando calçado que não se firme nos pés ou que comprometa a utilização dos pedais, como é o caso do chinelo.

Porém, enroscar os saltos nos pedais e perder a noção da força aplicada no freio ou no acelerador, são causas comuns de acidentes relacionados aos sapatos. E isso se aplica a todo tipo de salto: desde sandálias plataformas aos do tipo ‘agulha’.

Estilo é fundamental, mas segurança vem sempre em primeiro lugar.

E quando se trata de motocicletas, de acordo com a Associação Brasileira de Motociclistas – ABRAM, o vestuário adequado para motociclistas ainda não foi regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito, porém valem as mesmas regras, em relação aos calçados, aplicável aos veículos em geral.

Para mulheres que defendem sua invencibilidade sobre os saltos, a seguradora de carros, casa e viagens na Austrália, Sheila´s Wheels, especializada em mulheres e que também faz sucesso no Reino Unido, criou um sapato com salto retrátil para presentear as clientes.

Uma alternativa feliz, também, de evitar acidentes. O sapato deve ter patente, já que está demorando muito para outras marcas de calçados adotarem a ideia e criar sapatos mais bonitos e seguros de saltos retráteis. Enquanto a invenção não chega ao Brasil, vale deixar a vaidade um pouco de lado, afinal, salto alto e direção realmente não combinam.

Se o condutor for flagrado pela fiscalização com um calçado que não esteja de acordo com as normas de trânsito será multado em R$ 85,13 e acumulará quatro pontos na habilitação, infração considerada de gravidade média.

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