Insulfilm permitido pelo Contran

insulfilm

 

Cada vez mais usado pelos brasileiros, o insulfilm, película usada para proteger o vidro dos carros e a visão do motorista da luz excessiva, tem uso regulamentado.  O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) criou lei que permite que os vidros laterais tenham 70% de luminosidade e que os vidros traseiros tenham 28% de luminosidade, sendo mais escuros que os laterais. Um medidor de transmitância luminosa será usado na fiscalização.  Mas as películas reflexivas estão proibidas.

Hoje, não somente os automóveis das mulheres estão com insulfilm, já que também impede a visão dos objetos e pessoas no interior do veículo, dando maior segurança ao condutor e aos passageiros.

Quem desobedecer as regras estará cometendo uma multa grave, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, e terá que pagar multa de R$ 127,69, além de receber cinco pontos na carteira de motorista e ter o carro retido até que seja feita a substituição pelo insulfilm permitido.

A nova lei também exige que os automóveis sejam fabricados com o para-brisa feito com vidro laminado para evitar que os estilhaços machuquem as pessoas em caso de acidente. Os demais vidros do veículo devem ser de vidro temperado.

 

Fonte:  http://www.dicasdemulheres.com/insulfilm-permitido/

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3 Comentários

  1. Eduardo Amorim disse em 12 Dec às 5:13 pm :

    Eu tenho uma dúvida, no transporte de carga perigosa, produto químico, o vidro dianteiro do caminhão pode ter insulfime em toda extensão…?

    Ou tem que respeitar uma janela ou faixa que serve como medida o tamanho das paletes dos limpadores..

    Muitos falam que pode-se ter uma faixa superior e uma inferior, e que é do tamanho de 15 centímetros… Essa informações são corretas.?

  2. Tatiana Oliveira disse em 14 Dec às 11:08 am :

    Olá, Eduardo.

    De acordo com a Resolução 73/98 da Lei 9503, de Setembro de 1997, “o material deve apresentar transparência mínima de 50% de dentro para fora”. Considerando isso, não importa o quanto a película impede a visão de fora para dentro, contanto que haja 50% de transparência do lado interno para o externo e também contanto que não atrapalhe a dirigibilidade do veículo. Também de acordo com Resolução e Lei acima citados, “a transmissão luminosa do conjunto vidro-película não poderá ser inferior a 75% no pára-brisa e de 70% para os demais. “Aqui não se fala de transparência, mas sim de transmissão luminosa, ou seja, claridade. Tomemos como exemplo um vidro cuja película instalada seja privativa. Nesse caso, não há transparência, por tratar-se de uma película de uso privativo, que são películas foscas; porém, não deixa de passar a claridade. Isso chamamos transmissão luminosa, pois que passou a claridade da luz natural. No entanto, há não ser em carros ambulatórios, esse tipo de película não está liberada, uma vez que não apresenta transparência suficiente, atrapalhando a dirigibilidade.

    Sendo assim, conclui-se que:

    Matriz 75% – Para instalação no pára-brisa dianteiro, ou, se preferir, em todos os demais vidros do carro.
    Matriz 70% – Liberada para instalação nas portas da frente (motorista e passageiro) ou, se preferir, nos demais vidros do carro, exceto o vidro dianteiro.
    Matriz 50% – Instalada nos vidros traseiros e laterais traseiras.Fonte(s):
    Código de Trânsito Brasileiro e
    Resolução nº 73/98, do CONTRAN.

  3. Eduardo Amorim disse em 7 Jan às 2:44 am :

    Tatiana eu te agradeço as informações, então resumindo respeitando as porcentagens de transparência, luminosidade pode-se ter “sim” a película em “todo” vidro dianteiro independente de ser caminhão que transporta produto perigoso….?

    E não o que a maioria diz que deve-se respeitar uma faixa no meio do vidro sem nada instalado para visão permanente…?

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